sexta-feira, 2 de novembro de 2012


  1. A poeira dorme do outro lado do mundo. A areia quente esconde a doçura da água. O momento se espreguiça no relógio. O sopro dá volta nas entranhas. A lágrima dança no queixo trêmulo. Do suor dos corpos vem a tempestade. As veias se derramam pelos mares do mundo.

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